terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Cooperativa Médica do RN paralisa suas atividades nesta quarta-feira

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Serão 12 especialidades em 17 unidades hospitalares que estarão paralisadas a partir das 19h do dia 1 de fevereiro
A Cooperativa Médica do Estado do Rio Grande do Norte – Coopmed-RN, notificou através de ofício os gestores do município do Natal, sobre a paralisação dos médicos cooperados a partir das 19h, desta quarta-feira,01 de fevereiro de 2017.
A paralisação ocorre nas modalidades de clínicas médicas, cirúrgicas e intervencionistas, bem como prestações de assistência em regime de plantões e cirurgias de Alta/Média complexidade nas diversas especialidades médicas denominadas: Cardiologia, Hemodinâmica e Arritmia Cardíaca; Cirurgia Cardiovascular; Cirurgia de Cabeça de Pescoço; Cirurgia Oncológica; Cirurgia Pediátrica; Cirurgia Plástica Reparadora; Cirurgia Torácica; Cirurgia Vascular; Cirurgia Geral; Neurocirurgia e Ortopedia.
Os atendimentos médicos serão suspensos nas unidades: UPA Cidade da Esperança; UPA Pajuçara; UPA Potengi; Maternidade Leide Morais; Unidade Mista Mãe Luiza; Hospital Municipal do Natal; Maternidade Araken Pinto; Hospital Coronel Germano “Hospital da Polícia”; SAMU Natal; Unidade Mista Cidade Satélite; Hospital Infantil Varela Santiago; LIGA Norteriograndense contra o Câncer; Hospital Memorial; Instituto do Coração de Natal; Hospital do Coração; Prontoclínica da Criança de Natal; Natal Hospital Center; Instituto do Coração de Natal e Maternidade Felipe Camarão.
De acordo com o presidente da Cooperativa, Dr. Marcelo Cascudo, um dos motivos da paralisação é o descumprimento da Ação Civil, acerca do repasse obrigatório dos honorários médicos para o pagamento da Alta/Média Complexidade. O Termo de Ajuste de Conduta –TAC foi firmado em setembro de 2016, por meio do desembargador Gilson Barbosa, no Tribunal de Justiça, com os gestores do Município e Estado, além do Ministério Público para o cumprimento do pagamento dos honorários médicos de cooperados da referida especialidade.
Outro motivo é a redução dos números de plantões, redução do valor dos serviços oferecidos e número de profissionais da saúde nas unidades acima citadas, o que para a Cooperativa representa a diminuição da qualidade nos atendimentos aos usuários do Sistema Único de Saúde – SUS, uma vez, que a Secretaria de Saúde propõe essa redução sem critério claro e objetivo.
A Cooperativa Médica inicia a paralisação respeitando o período de 72h, após a notificação e aguarda uma proposta dos gestores para a solução deste impasse.

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