quarta-feira, 6 de abril de 2016

Maiores chances de cura

deborah zaforlin esquerda ok
A biomédica e professora universitária pernambucana, Deborah Zanforlin, é a responsável por desenvolver um dispositivo que promete avanços significativos no diagnóstico precoce e tratamento efetivo do câncer

 O projeto é um chip que detecta 18 tipos da doença em estágio inicial, através de um teste sanguíneo, e dá o resultado ao paciente em apenas 15 minutos.

E mais! Ela está nos EUA, onde vai apresentar o protótipo na competição internacional BioSciKin, na categoria Life Science. Deborah conta que o biosensor mapeia marcadores sanguíneos liberados por células cancerígenas nos estágios iniciais da doença. Isso permite o diagnóstico precoce do paciente, o que aumenta as chances de cura para 70%.

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