domingo, 21 de fevereiro de 2016

Laboratório de Anatomia Humana da UFRN é destaque no país

No início deste mês, a disciplina de Anatomia Humana, oferecida pelo Centro de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), recebeu um dos mais modernos laboratórios para a prática de suas atividades em cadáveres humanos conservados em formol. É o maior da região Nordeste e um dos maiores do país.
Para o vice-diretor do Centro de Biociências, professor Jeferson Cavalcanti, as disciplinas da área de Anatomia estão entre as mais importantes do ensino biomédico, sendo a base para diversas outras áreas. “O grande problema dessas disciplinas são as condições insalubres que elas são oferecidas. As peças morfológicas são tratadas com formol, substância que exala um cheiro danoso para a saúde, sofrendo o professor e o aluno, ambos tendo de permanecer neste ambiente por horas”, disse.
O novo laboratório transforma o ambiente de estudo em anatomia em um ambiente adequado e dentro das normas, diminuindo, portanto, o dano para a saúde e melhorando de forma significante o ensino e a aprendizagem.
Segundo o professor Expedito Silva, o laboratório também passará a receber diversos profissionais do campo da cirurgia para treinamento. “A entrega dos novos laboratórios de Anatomia Humana da UFRN representa um inestimável presente para todos que fazem a UFRN e em especial a Anatomia Humana do Nordeste”, destaca o docente.
Formação
Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a disciplina de Anatomia oferecida pelo Centro de Biociências (CB), recebe por semestre aproximadamente 800 alunos vindos de cursos diversos como Ciências Biológicas, Biomedicina, Enfermagem, Nutrição, Fisioterapia, Farmácia, Odontologia, Medicina, Educação Física, Engenharia Biomédica e Dança.
A disciplina é um dos principais pilares para a formação dos profissionais das áreas da saúde e biológica, tendo como principal objetivo garantir ao estudante o conhecimento necessário para permitir intervenções seguras no corpo humano em todos os seus seguimentos.
Com informações da UFRN
 
 

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